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sábado, 27 de agosto de 2016

Somos mais que carbonos, somos interrogações

O que é certo? 
O que é errado? 
Será que é possível todos serem bons? 
E se fosse? 
O que seria ser mau? 
E se todos fossem maus? 
O que seria ser bom? 
Será que o bem gera o mal? 
Ou o mau gera o bem? 
Quem surgiu primeiro? 
Quem devo seguir? 
Será que o bem, na verdade, é mau? 
Nem todos enxergam do mesmo jeito? 
O certo para alguns é o errado para os outros? 
Por quê? 
Mas se alguns estão certos, quem está errado? 
Será que estou errado? E se eu estiver? 
Deus vai me entregar para o inferno? 
E se bem e maus não existir..Quer dizer que Deus também não existe? 
Se ele não existir, o que devo fazer?
 Por que fazemos as coisas? 
E por que escreveram a Bíblia? 
Brincadeira de mau gosto? 
MAU? 
Se deram esse trabalho todo?
E Para quê?
Passa tempo? 
Talvez apenas um romance fantasioso com personagens principais inspirados em pessoas reais? 
Se Deus existe, por que homem e não mulher? 
Por que não um animal místico? 
Hipogrifo? 
Hipopótamos? 
Doende? 
Hobbit? 
Por que só um? 
Não poderia ser dois, ou três, ou sessenta e nove? 
Existe religião certa? 
Existe um Deus certo? 
Quando eu morrer irei para o céu? 
O céu é realmente um paraíso? 
Minhas ações influenciam no meu julgamento final? 
Ou tudo isso não passa de um sonho? 
Estamos realmente vivendo? 
Ou somos avatares ao inverso? 
Quem nos criou? 
E por quê? 
Por que um objetivo? 
E qual? 
Ser médico? 
Advogado? 
Juíz? 
Isso tudo, será que realmente nos traz a felicidade? 
Por que devemos ter uma vocação? 
Dinheiro? 
Será que isso é essencial? 
Satisfaz? 

Esse texto é como crochê, no qual cada interrogação é um nó. Se puxamos um, todo o resto vem junto. Flui. Obtive, nele, a colaboração de Thainara Apolinário. Obrigada.
Ass~~Pikachu.

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